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Teotihuacan: a “Cidade dos Deuses”

A cerca de 50 quilômetros da Cidade do México, Teotihuacan guarda segredos históricos do período pré-colombiano. Pirâmides e grandes construções confirmam principalmente o domínio antigo da Arquitetura e do Urbanismo. Uma visita que nos faz entender a relação da cidade com a organização, bairros e sociedade. Além do amor pela natureza e a influência a outras cidades pelo comércio e cultura.


Acredita-se que Teotihuacan começou a se estabelecer em 100 a.C e as pirâmides a serem construídas em 200 d.C., sendo já populosa para época, chegando a 125 mil pessoas e se firmando como a maior cidade da época.

Chegando a Teotihuacan
Você pode visitar a cidade partindo da Cidade do México. Pelo metrô, você deve descer na estação Terminal de Autobuses del Norte.

Lá você estará em uma das principais rodoviárias da região, de onde partem ônibus para diversas localidades do México. Ao encontrar o guichê para Teotihuacan, você deve deixar claro que quer ir para a “Zona Arqueológica” ou “Los Pirámides” e NÃO CONFUNDIR com San Juan de Teotihuacán, sob o risco de ir para outro lugar.

Outra dica é comprar a volta com horário aberto, daí você visita tranquilamente a cidade e volta na hora que quiser, até às 21h. O preço da passagem de ida e volta é de $80 (pesos) por pessoa.

Quando entrar no ônibus, não deixe de dizer ao motorista que você quer desembarcar no Portão 1 da Zona Arqueológica, pois vai facilitar seu acesso ao local e à saída também. Sem falar que lá ficam os banheiros e a única lanchonete do parque. Compre, pelo menos, um litro de água e coloque na mochila. Acredite: você vai precisar!

Dica para andar bem: Muita água sempre! Bastante protetor solar e um chapéu (na entrada existem lojinhas que vendem o estilo “panamá” a partir de $250) para proteger do sol escaldante. =)

Conhecendo a “Cidade dos Deuses”
As partes mais famosas de Teotihuacan são as Pirâmides do Sol e da Lua, a Calçada dos Mortos e o Templo de Quetzalpápalotl. O conjunto arquitetônico realmente é espantoso. Como, numa época tão remota e sem tanta tecnologia, aquele povo se organizou tão bem em bairros e sociedade, além de construir complexas edificações?

Perguntas que são respondidas durante o passeio. Acredita-se, por exemplo, que o povo que vivia em Teotihuacan era multiétnico, entre Zapotecas, Mixtecas, Maias e Nahuas.

No conjunto de obras se destacam a Pirâmide do Sol, a maior da cidade e a segunda maior de todo o México; tem 243 degraus e mais de 65 metros de altura; de lá, você tem uma visão panorâmica de toda a região.

 

A Pirâmide da Lua é ligada pela Calçada dos Mortos com a Pirâmide do Sol, tem 45 metros de altura. Em sua volta você observa uma formação de bairros e alguns arqueólogos acreditam que foi uma espécie de base militar e religiosa.

A Calçada dos Mortos é o eixo principal da cidade. Liga as pirâmides e os antigos bairros, além dos pontos principais do lugar. São 4 quilômetros de extensão. Uma bela caminhada!

Calçada dos Mortos

Museo de la Cultura Teotihuacana: Não deixe de visitar o museu onde estão expostos vários materiais recuperados pelos arqueólogos. Uma maquete dá uma visão por cima da cidade, além de conter importantes peças recuperadas das antigas civilizações. Vale a pena!

 

Réplica de como era a cidade com os bairros ao redor

Preço do ingresso: $60 (2014) por pessoa. Se ir de carro, o custo aumenta em $45, por conta do preço do estacionamento.

Alimentação: Na saída do Sítio Arqueológico tem um restaurante com o preço mais salgado que os da Cidade do México, mas nada muito extremo. Depende do que você vai querer comer e quanto pode gastar. Para duas pessoas, a média de gasto é de $350 (pesos).

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Thiago Inter
Thiago Inter é jornalista de TV, já atuou em Assessoria de Comunicação, adora produzir documentários, fotografia e percorrer o mundo. Nascido em Brasília, DF, o jornalista já documentou muitas de suas andanças para ajudar outras pessoas. Para ele, uma aventura é sempre bem-vinda e a melhor viagem é a próxima, esperando sempre pelo próximo embarque.
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